quinta-feira, 31 de maio de 2007

Diga olá aos meus 30 anos

Eu sinceramente, não sei de onde estas coisas saem, mas elas estão aqui, em meu pensamento e me atormentam, como nada mais consegue.
O não exemplo. -Prazer. Percebi que não é nada interessante ter sua vida planejada para os próximos 30 anos. Talvez -leia bem o talvez-, eu queira casar, ter filhos estas coisas normais, talvez não, como venho planejado à tempos, em verdade, eu ainda quero a morte, nada mais me leva ao transcendental, somente ela - morte -, estranho...
É hora de rasgar minhas metas, agendas e planilhas.
Nada mais pacato a ser feito, só o amar, este ainda me serve - de uma forma que não se usa -.
Chega de métodos, como eu sou um ser contraditório, eu arrisco mais do que ninguém que jamais conheci, eu não tenho "papas na língua", e ainda assim tenho uma vidinha de futura estudante de medicina planejada. Meus pais não acham isso certo, eu devo aproveitar a vida, mas eu já a aproveitei demais até para uma única pessoa, às vezes eu me pergunto se, há algo mais para fazer que não seja pacato. Um dia ainda, eu vou me compreender.
-Por que tu fazes isso minha querida?
-Eu só quero comprar bolsas
Esse é o diálogo entre eu e todos; não todos, mas a maioria.
Eu não sei mais o que fazer e escrevo por tédio, eu não tenho mais o que ler de minha autora preferida - e minha paixão platónica -, eu realmente casaria com aquela mulher.
E o que não vale a pena nesta vida?

Um comentário:

Unknown disse...

planejamentos são inúteis..

te amo