E finalmente chega o dia de visitar a casa.
Sebastian ao anoitecer, passa na casa de sua amada, ela por sua vez, anciosa e nervosa, por não saber o que vai acontecer, pede ao namorado cautela.
-Sara, verás que não há nada ali.
-Não Sebastian, tu verás que há algo ali.
-Tanto faz Sara, vamos logo, chega deste diálogo sem sentido algum.
Vão a pé, e no decorrer do caminho, tem um péssimo sentimento. O tempo não está amigável, relampejos no céu, neblina.
Sara aterroriza-se com tal coisa, mas seu namorado tenta acalma-la, em vão, ela sabe que algo irá acontecer e não errará.
Chegam ao local, tudo normal, sombrio como sempre. Sebastian abre o portão e entra, sente um arrepio em sua espinha dorsal, Sara percebe, mas nada fala. Pé ante pé os dois entram no terreno sombrio, ambos com aquela péssima sensação de algum observador. Sebastian, antes de entrar na casa corre os olhos á sua volta, para ter a certeza de sua segurança e de sua namorada.
-Sara, tinhas razão, não me sinto bem ao entrar aqui.
-E eu Sebastian, sinto um misto entre curiosidade e medo. A curiosidade trouxe o medo consigo hoje.
Continuam o caminho, não tão curto e nem longo do portão até a casa sombria. O silêncio reina. Chegam a casa e Sebastian, com muita cautela abre a porta e estranha o fato de ter sido tão fácil abri-la. Sara olha para o andar de cima, vê um vulto, pensa que é apenas fruto do seu medo – e imaginação -. Entram na casa com medo, ali era tudo estranho, móveis da época dos engenhos, porém nada destruído ou arruinado parecia que alguém cuidava do local, e ali morava. Agora sim se arrepiaram, como um local velho assim, sem ninguém poderia estar bem conservado?
Um pouco de poeira, que fez Sara espirrar, uma escadaria á frente do saguão, chão de madeira e bem polido, a direita uma bela sala de jantar, com um quadro de uma jovem moça, pintado à óleo, belos traços, um colar de pérolas, cabelo preso em um bem feito coque, vestido púrpura e uma doce expressão. Sebastian hipnotisa-se com tamanha beleza. Ao teto, um belo lustre, de prata e cristais. Ninguém diria que naquela casa, sombria, haveria tão belos móveis e esculturas, e o mais duvidoso, estavam bem conservados. A direita havia uma sala de estar, nobre como todo o resto, com uma lareira, um piano de cauda e um sofá de três lugares, uma mesa ao centro de tudo com uma pequena caixa, nenhum dos dois teve coragem de abri-la.
Subiram as escadas, juntos e com medo do que mais poderiam encontrar, alguns degraus rangiam, chegam ao segundo piso, de madeira como o outro. Um espaço grande e bem dividido, um tapete vermelho ao centro, papel de parede, algumas portas, resolveram abri-las, com medo Sara abre uma das portas que dá em um quarto e para sua surpresa, o quarto está em um estado oposto aos encontrado no andam de baixo, está imundo, arruinado pelo tempo, empoeirado, mesmo assim, a moça entra, e abre o guarda-roupa, encontra belos vestidos, em perfeito estado. Sara sente-se confusa, e vai atrás de Sebastian.
O qual se encontra no banheiro de mármore, do quarto ao lado.
-Sebastian, o que tu tens?
-Nada Sara, não posso mais observar meu reflexo no espelho?
-Perdão, mas estavas estranho.
Continuam a visita pela estranha casa, percebem que todo o segundo andar está mal conservado, temem que algo aconteça.
Sara vê que seu namorado não está normal, ela nada comenta, mas fica atenta a qualquer coisa suspeita. Ainda falta a eles o sótão, local mais temido. Procuram à entrada, Sebastian grita.
-Sara!
-Sebastian, onde estás?
-No sótão Sara, corra, saia daqui!
sexta-feira, 30 de março de 2007
quarta-feira, 28 de março de 2007
Continuará ...
Ele se foi, como o sol. Ela não percebeu o quanto sentiria falta. A lua chegou, naquela noite tudo era - ao menos parecia - normal.As mesmas palmeiras, o mesmo mar agitado. O mesmo barulho das ondas batendo nas mesmas pedras, as quais ela amava. Era o que a deixava feliz, deitar ali ao som do mar, para observar a bela lua. Dádiva áquela ilha. A mais bela paisagem com um tom mais somrio ainda.Pois apesar de todo o belo, ainda havia a mansão. Uma velha casa, do tempo dos engenhos, sobre a qual se escutavam as mais pavorosas estórias de assombrações, apesar da muita idade, a casa parecia ainda viva.
Não se sabe como nem por que, afinal ninguém ousava entrar na mansão. Mas o fato é que, todos que por ali passavam sentiam um arrepio pela sua espinha. Não foi diferente com Sara - ela -,apesar de não acreditar nas estórias, pode sentir o mistério da casa. Algo ali não era normal. Aquela atmosfera fria e sombria, tão ou mais sombria quanto sua pedra preferida. Ela que se deixa levar pela curiosidade não resiste.- A casa a segue -Passado algum tempo Sara decide comunicar seu namorado,Sebastian, o ocorrido.
-Sara,tu estas louca? Agora vai se deixar levar por essas estórias bobas?É apenas estória pra botar medo.
-Este é o problema Sebastian, não me deixo levar por pouca coisa, e agora foi diferente, eu senti.Não sossego até descobrir o que há por trás de tudo aquilo.
-Se é assim,vamos lá em uma semana. Talvez tu te acalmes um pouco.
O tempo passa, e no decorrer dele,Sara passa todos os dias em frente a casa, cada vez mais sombria, e agora era como se já chamasse por seu nome.
Não se sabe como nem por que, afinal ninguém ousava entrar na mansão. Mas o fato é que, todos que por ali passavam sentiam um arrepio pela sua espinha. Não foi diferente com Sara - ela -,apesar de não acreditar nas estórias, pode sentir o mistério da casa. Algo ali não era normal. Aquela atmosfera fria e sombria, tão ou mais sombria quanto sua pedra preferida. Ela que se deixa levar pela curiosidade não resiste.- A casa a segue -Passado algum tempo Sara decide comunicar seu namorado,Sebastian, o ocorrido.
-Sara,tu estas louca? Agora vai se deixar levar por essas estórias bobas?É apenas estória pra botar medo.
-Este é o problema Sebastian, não me deixo levar por pouca coisa, e agora foi diferente, eu senti.Não sossego até descobrir o que há por trás de tudo aquilo.
-Se é assim,vamos lá em uma semana. Talvez tu te acalmes um pouco.
O tempo passa, e no decorrer dele,Sara passa todos os dias em frente a casa, cada vez mais sombria, e agora era como se já chamasse por seu nome.
O perdão
Chega de mesmice, nós sabemos nosso limite? Não, eu não sei, talvez vocês -outros,variantes de mim- saibam. Eu não encontro. Sou egoísta, chata, a ponto de não suportar mais me olhar no espelho, tudo bem que o próprio espelho nunca gostou muito de mim, vou contar um segredo, um segredo meu e do senhor espelho, ele me escondeu a verdade, ele me aprisionou ali. Mas a verdade abriu meus olhos, e mostrou a mim - mera mortal,um pedaço do nada - parte da realidade, parte apenas, que me fez pior, como ser.
Não quero ser assim, eu tento o meu melhor, eu faço por vocês. Não é bom.
Suficiente.
Tu sabias que és parte do nada da minha vida? Ah legal, eu também não. Não há nada que possa fazer parte de minha vida.
Eu os amo.
Egoísmo
Eu queria saber por onde começar, e quais belas palavras poderia acrescentar em meu simples pedido de desculpa. Não, eu não quero entrar, se isso for incomodar. Não, eu não participarei, se isso vos incomoda.
Arrependimento
Assim, eu me vejo perdida, e arrependida, podeis perdoar? É algo que sai do - eu - coração. Alma? É, pode-se dizer que sim, eu mudaria tudo por vocês. Por vocês, que não escutam meu silencioso choro - quando o sol cai -, que não vêem minha bela dor na amizade, e meu caloroso e doloroso olhar - a qualquer um que me ame -,pois nada posso fazer além de pedir desculpas, perdoar e recomeçar. Recomeço.
Novamente
Sempre uso esta palavra, mas nunca recomecei, é hora de fazê-lo, por vocês, e a vocês minhas sinceras desculpas.
Amor
Não quero ser assim, eu tento o meu melhor, eu faço por vocês. Não é bom.
Suficiente.
Tu sabias que és parte do nada da minha vida? Ah legal, eu também não. Não há nada que possa fazer parte de minha vida.
Eu os amo.
Egoísmo
Eu queria saber por onde começar, e quais belas palavras poderia acrescentar em meu simples pedido de desculpa. Não, eu não quero entrar, se isso for incomodar. Não, eu não participarei, se isso vos incomoda.
Arrependimento
Assim, eu me vejo perdida, e arrependida, podeis perdoar? É algo que sai do - eu - coração. Alma? É, pode-se dizer que sim, eu mudaria tudo por vocês. Por vocês, que não escutam meu silencioso choro - quando o sol cai -, que não vêem minha bela dor na amizade, e meu caloroso e doloroso olhar - a qualquer um que me ame -,pois nada posso fazer além de pedir desculpas, perdoar e recomeçar. Recomeço.
Novamente
Sempre uso esta palavra, mas nunca recomecei, é hora de fazê-lo, por vocês, e a vocês minhas sinceras desculpas.
Amor
domingo, 18 de março de 2007
Largue de ser estúpida
Hahaha ria de si mesma porca gorda, gorda não, obesa. É o que sou uma obesa sem vergonha suficiente para parar de comer. Quero ser magra novamente, estou ficando louca assim, ehá tempos prometo a mim mesma voltar a ser doente, mas tudo o que consigo é engordar, isso acaba comigo. Obrigada por todo apoio, família, amigos.
Eu me odeio não sei dizer ao certo em que quantidade, mas me odeio, por favor me dê 15 quilos a menos. Obrigada. Eu vou conseguir, chega de falsas promessas, agora está escrito, agora não é apenas mais dito, agora será diferente. Eu estou pronta para morrer, vamos até o final do ano, e começamos a nos tratar, já vimos este filme antes. Eu cansei de comer e correr ao banheiro, eu cansei de engordar, cansei de chorar. É culpa sua.
As outras são tão mais magras, tão mais lindas e eu só tenho gordura.
O espelho não mente.
Agora amiga, nós voltaremos a ser uma só.Para não fracassar.
Eu me odeio não sei dizer ao certo em que quantidade, mas me odeio, por favor me dê 15 quilos a menos. Obrigada. Eu vou conseguir, chega de falsas promessas, agora está escrito, agora não é apenas mais dito, agora será diferente. Eu estou pronta para morrer, vamos até o final do ano, e começamos a nos tratar, já vimos este filme antes. Eu cansei de comer e correr ao banheiro, eu cansei de engordar, cansei de chorar. É culpa sua.
As outras são tão mais magras, tão mais lindas e eu só tenho gordura.
O espelho não mente.
Agora amiga, nós voltaremos a ser uma só.Para não fracassar.
quarta-feira, 14 de março de 2007
Mudar
Hoje, marque bem a data, hoje ela promete começar a mudar.
Agora.
Até que se acabe.
54 praticamente até que chegue aos 48 como era. Como era.
Agora.
Até que se acabe.
54 praticamente até que chegue aos 48 como era. Como era.
terça-feira, 13 de março de 2007
Os não vivos e as não palavras
Ela fez novamente, com o mesmo intuito, desta vez ela pediu aos não presentes e não vivos que a ajudassem, poderiam eles cuidar da pequena estupidez da garota?
Enfim, não era essa a intenção do post. Ah, uma nova paixão: Lya Luft, tão perfeita quanto Cecília Meireles. Também não era sobre isso que queria retratar. Porque tenho passagens tão felizes durante o dia, mas não posso - em verdade não consigo - relatá-las. É estranho, como todo o resto, e não canso de falar nisto. É tudo estranho, pois aquele detalhe chato se sobressai, aquela garota estúpida e manhosa se sobressai. Por quê? É estúpida, e pessoas estúpidas conseguem sempre o que querem: chamarem a atenção, em outras palavras, irritar.
Plágio é crime. Amém.
E diz que tem personalidade. Palavras são palavras, formas são formas. Mas ambas juntas nos dão uma coisa tão bela, é difícil conseguir, a alguns nem tanto, mas copiar é fácil.
Não me diga nada, tudo que ouvirá de mim a partir de agora é veneno, e tome cuidado. Eu não sou, e nem me faço ignorante, pois eu tenho personalidade e não sou uma coisinha feia e apagada como tu.
Eu faço a diferença. Eu vou pro lado contrário, de preferência ao lado contrário. Eu "nado contra a maré" - não quero usar esta apelação, mas já foi escrita -, eu sou aquela exceção que tu sonha em ser e nunca consegue. Ah, fica em sonho, eu tenho argumentos, eu tenho fundamentos, o que digo tem bases sólidas. E tu, que fizeste hoje?
Ah, sua maquiagem borrou? Que pena o texto de Cruz e Souza que eu estava lendo, não borrou.
Se tu não sabes, não discuta comigo. E saiba que um dia toda essa base espessa em seu rosto escorrerá. E como sempre, tu não terás argumentações sólidas.
E é culpa de quem? Acha que vai ter de quem copiar?
segunda-feira, 12 de março de 2007
Todas as vezes ela abre o armário, pega tudo o que pode, e não devia, senta no chão da cozinha. Abre um pacote, outro e devora tudo o que consegue. Tudo o que não pode. O armário esvaziou. A geladeira. Água, muita água. Então ela pensa que não deveria ter começado. Ela come para não comer. E ela se arrepende para nunca mais precisar fazer isso de novo, mas não é possível, tome aquilo. Acontece de novo, todos os dias. E ela acha não aguenta mais até á próxima refeição, então percebe que vive com isso. Para isso. A melhor coisa que ela pode fazer. Não gosta, mas ama, precisa.
O que seria dela sem comer?
E não comer.
Quando ela percebe que acaba, vai ao lugar de sempre. É normal, é automático. Liga, pede aos céus que ninguém escute, sabe o quão doloroso pode ser. E começa. Naquela tenebrosa batalha contra seu próprio eu. O espelho a condena, todas as manhãs, tardes e noites, porém, não se deixa passar despercebido. Ela sempre para para odiar seu reflexo. A busca do novo eu.
Perfeição inexacta.
Ela realmente consegue na terceira, e depois não para. Cansa. Até perceber que não consegue mais, ou até consegue, mas não quer. Pois cansa.
E assim será. Um amontoado de dias, ela sabe que uma hora acaba, e não tem medo desta tal hora. Que chegue.
Mas não chega e ela cansa. Senta em baixo daquela água, e implora para qualquer coisa para não cometer a mesma estupidez de outra hora.
Ali ela permanece, em seu atormentado espelho.
Ali presa, até que escute:
Perfeição.
O que seria dela sem comer?
E não comer.
Quando ela percebe que acaba, vai ao lugar de sempre. É normal, é automático. Liga, pede aos céus que ninguém escute, sabe o quão doloroso pode ser. E começa. Naquela tenebrosa batalha contra seu próprio eu. O espelho a condena, todas as manhãs, tardes e noites, porém, não se deixa passar despercebido. Ela sempre para para odiar seu reflexo. A busca do novo eu.
Perfeição inexacta.
Ela realmente consegue na terceira, e depois não para. Cansa. Até perceber que não consegue mais, ou até consegue, mas não quer. Pois cansa.
E assim será. Um amontoado de dias, ela sabe que uma hora acaba, e não tem medo desta tal hora. Que chegue.
Mas não chega e ela cansa. Senta em baixo daquela água, e implora para qualquer coisa para não cometer a mesma estupidez de outra hora.
Ali ela permanece, em seu atormentado espelho.
Ali presa, até que escute:
Perfeição.
sexta-feira, 9 de março de 2007
A não salvadora
Não há como discutir algo que não se tem uma base sólida. religião meus caros, se não há como provar, não devemos falar sobre.
Dias estressantes por causa de tal assunto. Família, irresponsável, sem amor, sem confiança.
Esse mundo ainda acabará comigo.
Não posso - infelizmente - levar o mundo nas costas, não posso salvar a natureza. Não posso também resolver o aquecimento global, o jeito é me contentar em fazer uma pequena parte.
Ao alcance de minhas mãos e minha enorme ignorância.
Ah, um dia tu entende.
segunda-feira, 5 de março de 2007
Trabalhos de escola
Mais um detes trabalinhos,só que desta vez me inspirei.
[1]
Foi necessário que muito sangue fosse derramado para a humanidade então perceber o quão necessário era ter direitos universais. Talvez nos bastassem os 10 mandamentos, mas é da natureza humana querer mais, mais e mais. Para conseguir tal coisa o homem inventou a guerra.
E com a guerra o ser humano (desprezível ser) descobriu a facilidade de obter o poder. Ah, matar e ter é tão fácil certo? Não.
Ao menos não para quem perde nesta sangrenta batalha diária.
Todos os dias - há tempos isto acontece-, lemos e vemos em nossos jornais atrocidades da raça para a própria raça. Assim passaram-se fatos e fatos, datas, revoluções e duas -sim duas- enormes guerras mundiais. O ser humano,ao menos a maioria desta raça,cansou disto e aqueles com mais senso puderam perceber o quão necessário era a
Harmonia entre os povos, não importava a descendência, religião; a harmonia é necessária. Assim em 10 de Dezembro de 1948,a ONU
Criou o DUDH – Declaração Universal dos Direitos humanos. Esta declaração foi lançada alguns poucos anos após a segunda guerra mundial.Podemos então afirmar que,as bombas atômicas foram o grande acontecimento para a criação do DUDH.A atrocidade chegou ao seu limite.
E com a guerra o ser humano (desprezível ser) descobriu a facilidade de obter o poder. Ah, matar e ter é tão fácil certo? Não.
Ao menos não para quem perde nesta sangrenta batalha diária.
Todos os dias - há tempos isto acontece-, lemos e vemos em nossos jornais atrocidades da raça para a própria raça. Assim passaram-se fatos e fatos, datas, revoluções e duas -sim duas- enormes guerras mundiais. O ser humano,ao menos a maioria desta raça,cansou disto e aqueles com mais senso puderam perceber o quão necessário era a
Harmonia entre os povos, não importava a descendência, religião; a harmonia é necessária. Assim em 10 de Dezembro de 1948,a ONU
Criou o DUDH – Declaração Universal dos Direitos humanos. Esta declaração foi lançada alguns poucos anos após a segunda guerra mundial.Podemos então afirmar que,as bombas atômicas foram o grande acontecimento para a criação do DUDH.A atrocidade chegou ao seu limite.
[2]
O que penso sobre...
Considerando,considerando e considerando.Por que apenas consideram?Não é como se não vivessem tais coisas.Concordo em todo com o segundo parágrafo tal que minha pequena história fala sobre ele.Agora há varias coisas neste ‘preâmbulo’ que não concordo,e cá comigo algo ali se contradiz.Ora,este DUDH foi bom,claro,ótimo –acho eu- só não gosto do fato de ser a Onu quem o fez, não pela ONU mas pelo país que a governa EUA. Não foi o mesmo que jogou as bombas no Japão?E agora nos vem falar de paz.Ah minha cara ONU,não se contradiga. Também não gosto das partes em que se fala :’considerando que os povos das nações unidas proclamam’,os povos das nações unidas? Mas estes direitos não visam em especial o bem dos povos pobres e subdesenvolvidos?Então por que motivo afinal estes povos não participam da ‘ONU’? E por que ela fala com tanta soberania. Ah,perdão sei que não posso criticar em todo,esta organização faz muito bem. Mas em algumas partes,se considera tão acima das demais. Aliás,não a ONUim os EUA.
“ Assembléia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Direitos Humanos como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os orgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efetivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição”
Agora,o que digo sobre este parágrafo? Amém?Não sei,não entendo,ah quão boa esta declaração é.Excelente se todos soubessem dela.Se todos os povos,citados e todos os órgãos mencionados fizessem o necessário para tal declaração prevalecer.Ah como seria bom se tudo o que estes direitos humanos nos falam fosse cumprido e entendido por todos os povos. Mas onde está o povo?Nos EUA?
Considerando,considerando e considerando.Por que apenas consideram?Não é como se não vivessem tais coisas.Concordo em todo com o segundo parágrafo tal que minha pequena história fala sobre ele.Agora há varias coisas neste ‘preâmbulo’ que não concordo,e cá comigo algo ali se contradiz.Ora,este DUDH foi bom,claro,ótimo –acho eu- só não gosto do fato de ser a Onu quem o fez, não pela ONU mas pelo país que a governa EUA. Não foi o mesmo que jogou as bombas no Japão?E agora nos vem falar de paz.Ah minha cara ONU,não se contradiga. Também não gosto das partes em que se fala :’considerando que os povos das nações unidas proclamam’,os povos das nações unidas? Mas estes direitos não visam em especial o bem dos povos pobres e subdesenvolvidos?Então por que motivo afinal estes povos não participam da ‘ONU’? E por que ela fala com tanta soberania. Ah,perdão sei que não posso criticar em todo,esta organização faz muito bem. Mas em algumas partes,se considera tão acima das demais. Aliás,não a ONUim os EUA.
“ Assembléia Geral proclama a presente Declaração Universal dos Direitos Humanos como ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os orgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efetivos tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição”
Agora,o que digo sobre este parágrafo? Amém?Não sei,não entendo,ah quão boa esta declaração é.Excelente se todos soubessem dela.Se todos os povos,citados e todos os órgãos mencionados fizessem o necessário para tal declaração prevalecer.Ah como seria bom se tudo o que estes direitos humanos nos falam fosse cumprido e entendido por todos os povos. Mas onde está o povo?Nos EUA?
[3]
-Tenha esta mais como uma opinião final-
Até escreveria artigo por artigo, mas certamente ninguém compreenderá isto nem ao menos vos parece um trabalho e sim um texto jornalístico, não consegui me conter ao apontar defeitos estúpidos nesta declaração. Volto a dizer,eu a compreendo muito bem e gostaria que todos os demais cidadãos também.É uma lástima que isto não aconteça,pois se todos os povos soubessem de seus direitos,que em alguns artigos parecem mais obrigações –não se pode chamar de deveres- o mundo não estaria deste jeito,não consigo pensar nem em uma palavra para descrever.A validade prática destes direitos se perdeu.Em meio a ignorância e falta de informação dos povos.Parece-me que apenas o povo americano sabe de tal declaração.Se ela é questionável? Claro, e muito, alguns artigos parecem de inteiro interesse dos povos desenvolvidos. Pelo que vivo, poderia dizer que estes artigos são belos, em teoria, pois muito pouco vejo a prática de tal. É tão fácil compreender e tão complicado praticar,digo como crítica construtiva,Levemos esta declaração a frente,até onde não querem que chegue.Afinal o governo gosta mesmo é deste povo ignorante,mudemos isto,façamos com que as pessoas saibam e pratiquem esta idéia.Assim talvez o mundo possa ser um pouco menos tenebroso de se viver.Se é que até lá teremos um mundo ainda.
Volto aqui, a dizer que nem tudo aí declarado é de todo o mal. Há coisas excelentes,mas afinal,o que é bom não exige críticas.Então não achei necessárias de minha parte.Acho que várias coisas estão perfeitas,o único problema é que está apenas no papel.Ativemos a prática.
Até escreveria artigo por artigo, mas certamente ninguém compreenderá isto nem ao menos vos parece um trabalho e sim um texto jornalístico, não consegui me conter ao apontar defeitos estúpidos nesta declaração. Volto a dizer,eu a compreendo muito bem e gostaria que todos os demais cidadãos também.É uma lástima que isto não aconteça,pois se todos os povos soubessem de seus direitos,que em alguns artigos parecem mais obrigações –não se pode chamar de deveres- o mundo não estaria deste jeito,não consigo pensar nem em uma palavra para descrever.A validade prática destes direitos se perdeu.Em meio a ignorância e falta de informação dos povos.Parece-me que apenas o povo americano sabe de tal declaração.Se ela é questionável? Claro, e muito, alguns artigos parecem de inteiro interesse dos povos desenvolvidos. Pelo que vivo, poderia dizer que estes artigos são belos, em teoria, pois muito pouco vejo a prática de tal. É tão fácil compreender e tão complicado praticar,digo como crítica construtiva,Levemos esta declaração a frente,até onde não querem que chegue.Afinal o governo gosta mesmo é deste povo ignorante,mudemos isto,façamos com que as pessoas saibam e pratiquem esta idéia.Assim talvez o mundo possa ser um pouco menos tenebroso de se viver.Se é que até lá teremos um mundo ainda.
Volto aqui, a dizer que nem tudo aí declarado é de todo o mal. Há coisas excelentes,mas afinal,o que é bom não exige críticas.Então não achei necessárias de minha parte.Acho que várias coisas estão perfeitas,o único problema é que está apenas no papel.Ativemos a prática.
sexta-feira, 2 de março de 2007
Para ela
Eu paro em seu olhar
Lágrimas começam a se formar
Nada posso fazer
E não devo me calar
Neste misto de desespero e amor
Tristeza
Solidão
Eu me pergunto o que acontece em seu interior e exterior -não entendo-
Seus olhos são tão profundos pra mim.
Seu corpo fino
Tanto mistério envolvido em uma única peça
Espectro
És tu minha querida
A quem peço todos os dias
És tu minha criança quem coloca lágrimas em meus olhos e palavras em minha boca
És assim
Em ti
Para mim
Velarei para sempre o seu
Eu a amo,deves saber.
Pois não quero tristeza em seus olhos.
Não quero que fraquejes o corpo
Não quero que fracasses
Como eu fiz um dia
Não desista pois pelo meu contrário tens alguém
A mim, não importa onde
É só chamar
Eu sempre irei ouvi-la
És minha única criança
Vá e seja feliz
faz tudo aquilo que não pude
Faz certo aquilo que errei
Não me siga
Escute-me e faz o contrário
Entenda-me assim um dia não me será
O que mais quero ver
Que tu não me sejas
Não leia é chato
Dia após dia,não aguento mais esta "encheção de saco".Não, não e não. As pessoas mudam sabiam?
Bem, pelo visto não sabem, sinto muito se são tão ignorantes a ponto de fazer e falar o que fazem/falam.
Eu não me suporto mais, que existência mais patética é essa minha? Comer e estudar, nada mais. De nada me vale o resto, se é que terei um resto. Não suporto nem o que escrevo mais. Não suporto ninguém, acho que nunca suportei, sorte sua se fostes bom para mim. Ah,destes eu não esqueço. Eu perdoo, mas não esqueço, o que me falam fica guardado na memória, cuidado ao reavivá-las, tu sairás machucado, somente. Afinal, eu sou bem forte, sentimentos bons em mim? Claro, sou humana, mas não boa. Não me tomem como querida, é o melhor pra ti. Preste atenção nos gestos nunca na fala. Vai ver eu sou esse mistério, como todos os outros.
Repito repito e repito.
Bem, pelo visto não sabem, sinto muito se são tão ignorantes a ponto de fazer e falar o que fazem/falam.
Eu não me suporto mais, que existência mais patética é essa minha? Comer e estudar, nada mais. De nada me vale o resto, se é que terei um resto. Não suporto nem o que escrevo mais. Não suporto ninguém, acho que nunca suportei, sorte sua se fostes bom para mim. Ah,destes eu não esqueço. Eu perdoo, mas não esqueço, o que me falam fica guardado na memória, cuidado ao reavivá-las, tu sairás machucado, somente. Afinal, eu sou bem forte, sentimentos bons em mim? Claro, sou humana, mas não boa. Não me tomem como querida, é o melhor pra ti. Preste atenção nos gestos nunca na fala. Vai ver eu sou esse mistério, como todos os outros.
Repito repito e repito.
quinta-feira, 1 de março de 2007
Monólogos

Eu só gostaria de entender o que de tão errado fiz pra você. Eu chorei, eu pedi, tu nunca escutaste e quando podemos conversar, eu não existo para ti. Por que isso acontece conosco?Onde estão aquelas melhores amigas do mundo? Em que nos transfiguramos minha querida, onde foi parar nossa compreensão?
O limite que nos foi dado não bastou, eu quebrei, tu quebraste e assim desviamos nossos sentimentos a algum lugar onde não se pode escutar nem falar.
Morte ao diálogo, olá monólogo.
Este último temos praticado frequentemente, ensaiando desculpas e discussões. Qual será o próximo assunto?
Devemos saber, e vivemos com um pé atrás, caso nosso monólogo não funcione neste novo encontro.
Só falta que tu me mate. Aliás, nem isto lhe falta, não vês o que está fazendo?
Não apenas ferindo a mim, com tão delicadas palavras, mas a todos que a amam ou ao menos suportam. Por que fazemos isso conosco minha querida?
A marionete, suas mãos, é o que há, o que nunca será.
Compreenda, não escute, veja, sinta.
É o que peço, talvez assim, um dia sejamos as novas velhas melhores amigas do sem fim.
O limite que nos foi dado não bastou, eu quebrei, tu quebraste e assim desviamos nossos sentimentos a algum lugar onde não se pode escutar nem falar.
Morte ao diálogo, olá monólogo.
Este último temos praticado frequentemente, ensaiando desculpas e discussões. Qual será o próximo assunto?
Devemos saber, e vivemos com um pé atrás, caso nosso monólogo não funcione neste novo encontro.
Só falta que tu me mate. Aliás, nem isto lhe falta, não vês o que está fazendo?
Não apenas ferindo a mim, com tão delicadas palavras, mas a todos que a amam ou ao menos suportam. Por que fazemos isso conosco minha querida?
A marionete, suas mãos, é o que há, o que nunca será.
Compreenda, não escute, veja, sinta.
É o que peço, talvez assim, um dia sejamos as novas velhas melhores amigas do sem fim.
Ao melhor

Ao amigo,o melhor amigo, a melhor companhia, o melhor simplismente. Ao velho novo amigo.
Ah quanta saudade sinto de ti meu amigo, de abraçá-lo, amá-lo ,aqui ainda penso em ti, em conversar contigo, rir contigo, até de falar mal de qualquer coisa contigo me faz falta. Ninguém pode o substituir. És único, me foi e será.Mais.
O único que me entendia quando eu nada falava, o único que podia confiar e conversar sem palavras. Lágrimas foram derramadas juntas, pois até nisso nos entendemos, por que há agora, um vazio onde estavas?
Não posso sem você, és parte de mim, não canso de falar isso. Meu amigo, sentimento possessivo, pois era meu melhor.
Hoje, vou ao mesmo lugar, com as outras(os) e tu não estás conosco, em especial comigo.
Eu quero que voltes, eu preciso de ti.Peço perdão pelo que não falei e pelo que não deveria ter falado.Não me cansarei de falar que o amo.Quero que não canses também de mim.
Agora sem mais drama, vamos ser felizes para sempre?
Rir tanto e mais do que fizemos, tanto e mais, tanto e mais.
Assim será para sempre? Tu prometes?
Perdão não conseguir sair disto,não fazer melhor.
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