Eu queria escrever e não sabia como começar, resolvi abrir o dicionário e desenvolver sobre a primeira palavra que li. Foi desfrutar, e depois do que conversamos foi tão irônico ler esta primeiro, era o que deveria ser desfrutável.
Era por ti.
Eu tenho que admitir que, sou fechada a qualquer pessoa, não gosto de ninguém, até que se inicie um diálogo bem travado com tal pessoa, e que ela seja capaz de mudar meu conceito cego sobre sua capacidade intelectual e moral.
Desta vez não foi diferente, eu não suportava olhar para a cara dele, e tinha vontade de soltar um bom palavrão, ainda bem que uma tarde pode mudar a vida, com a minha tarde não foi diferente. Eu iniciei o diálogo por algumas semanas. E mudei meu conceito drasticamente. A mim era necessário um desfecho sem desfeita alguma e eu consegui.
Agora eu me sinto estúpida por tudo o que fiz e deixei de fazer, arrependo-me muito pela primeira impressão e pelo sentimento que deixei aflorar, como pode uma pessoa antes não representar nada e em pouco tempo tornar-se tão essencial em uma mísera vida?
Comigo não foi diferente, eu preciso dele tanto quanto eu preciso de música, é melhor não pensar em futuro algum, pois passado e futuro estão interligados e nenhum dos dois contribui para esta necessidade de estar perto todos os dias.
Se a saudade já é assim tão forte, o que será da trama em meses?
Eu preciso dele ao meu lado todos os dias, isto me faz falta.
[aquele que mantém a saudade]
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
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